Já faz
muito, mas muito tempo mesmo desde que ouvimos alguma notícia sobre o próximo
projeto
do diretor/roteirista Hayao Miyazaki, um dos maiores nomes, senão o maior, dentro da indústria de animação japonesa – e considerado o “Walt Disney” japonês.
do diretor/roteirista Hayao Miyazaki, um dos maiores nomes, senão o maior, dentro da indústria de animação japonesa – e considerado o “Walt Disney” japonês.
Eu sou
grande fã do trabalho de Miyazaki. Ele tem uma habilidade fantástica em contar
histórias, aparentemente simples, de uma maneira que emociona e deixa você com
os olhos presos na tela até o fim; são filmes que se apegam muito aos pequenos
detalhes, e não tem vergonha de demonstrar os seus verdadeiros sentimentos,
enquanto banha as nossas retinas com um universo mágico e multicolorido. Posso
citar alguns na lista dos melhores - em minha humilde opinião, claro -, como
Princesa Mononoke (Mononoke Hime), A Viagem de Chihiro (Sen to Chihiro no
Kamikakushi), O Castelo Animado (Howl no Ugoku Shiro), Whisper of the Heart
(sem tradução nacional – Mimi o Sumaseba) e Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar
(Ponyo), e as poucas notícias sobre um futuro trabalho do estúdio me deixam com
uma sensação de ansiedade muito grande.
Os últimos
trabalhos de grande notoriedade se deram em 2010 e posteriormente em
2011, com os filmes The Secret World of Arrietty (sem tradução nacional –
Kari-gurashi no Arietti), que foi lançado pela Disney somente no começo deste
ano nos States, e From Up on Poppy Hill (sem tradução nacional – Kokuriko-zaka
Kara), sem previsão de lançamento ocidental até o momento. Os filmes
foram os 34º e 35º vencedores do Japan Academy Prize (algo como o Oscar japonês), que premia os melhores filmes do ano.
Fomos até
surpreendidos novamente com o anúncio de Ni No Kuni, desenvolvido pela Level 5
e pelo próprio Estúdio Ghibli, um game de RPG por turnos, muito parecido com os
últimos Dragon Quests lançados pela empresa, e conta a história de Oliver,
garoto órfão que recebe um livro mágico possuidor do poder de lhe transportar
para “Ni No Kuni”, uma realidade paralela à que ele vive, e assim procurar por
sua mãe, que aparentemente se encontra nesse lugar. Já lançado no Japão e
recebendo críticas positivas, ainda não há uma data definitiva para este jogo
aparecer por aqui (vago primeiro semestre de 2013).






















1 geeks:
Esse cara é muito bom no que faz!
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